Graça

Um pouco sobre a história da Graça...

1 – Um pouco sobre a história do bairro da Graça...

 

A origem do bairro da Graça remonta ao século XIII, altura em que aqui se fundou o convento dos Agostinhos. Em 1305, este passa a ser o Convento da Nossa Senhora da Graça, surgindo, assim, o bairro da Graça.

Outrora localizado no exterior das muralhas de Lisboa (cerca moura), só em 1371, com a construção da cerca fernandina, passa a estar integrado nos domínios da cidade. Ainda assim, permanece durante muitos anos como uma zona essencialmente agrícola, pouco habitada.

 

No século XVI, com a instalação da nobreza nesta parte da cidade, começam aqui a surgir palacetes e espaços sociais, como o Teatro da Graça (1767). No século XVIII juntam-se a estes vários edifícios religiosos, como o Convento da Graça, a Ermida de Nossa Senhora do Monte, o Convento das Mónicas, a Capela da Nossa Senhora da Glória e a Capela de Santa Verónica.

 

 

 

1 – Um pouco sobre a história do bairro da Graça...

 

A origem do bairro da Graça remonta ao século XIII, altura em que aqui se fundou o convento dos Agostinhos. Em 1305, este passa a ser o Convento da Nossa Senhora da Graça, surgindo, assim, o bairro da Graça.

Outrora localizado no exterior das muralhas de Lisboa (cerca moura), só em 1371, com a construção da cerca fernandina, passa a estar integrado nos domínios da cidade. Ainda assim, permanece durante muitos anos como uma zona essencialmente agrícola, pouco habitada.

 

No século XVI, com a instalação da nobreza nesta parte da cidade, começam aqui a surgir palacetes e espaços sociais, como o Teatro da Graça (1767). No século XVIII juntam-se a estes vários edifícios religiosos, como o Convento da Graça, a Ermida de Nossa Senhora do Monte, o Convento das Mónicas, a Capela da Nossa Senhora da Glória e a Capela de Santa Verónica.

 

 

 

1 – Um pouco sobre a história do bairro da Graça...

 

A origem do bairro da Graça remonta ao século XIII, altura em que aqui se fundou o convento dos Agostinhos. Em 1305, este passa a ser o Convento da Nossa Senhora da Graça, surgindo, assim, o bairro da Graça.

Outrora localizado no exterior das muralhas de Lisboa (cerca moura), só em 1371, com a construção da cerca fernandina, passa a estar integrado nos domínios da cidade. Ainda assim, permanece durante muitos anos como uma zona essencialmente agrícola, pouco habitada.

 

No século XVI, com a instalação da nobreza nesta parte da cidade, começam aqui a surgir palacetes e espaços sociais, como o Teatro da Graça (1767). No século XVIII juntam-se a estes vários edifícios religiosos, como o Convento da Graça, a Ermida de Nossa Senhora do Monte, o Convento das Mónicas, a Capela da Nossa Senhora da Glória e a Capela de Santa Verónica.

 

 

 

1 – Um pouco sobre a história do bairro da Graça...

 

A origem do bairro da Graça remonta ao século XIII, altura em que aqui se fundou o convento dos Agostinhos. Em 1305, este passa a ser o Convento da Nossa Senhora da Graça, surgindo, assim, o bairro da Graça.

Outrora localizado no exterior das muralhas de Lisboa (cerca moura), só em 1371, com a construção da cerca fernandina, passa a estar integrado nos domínios da cidade. Ainda assim, permanece durante muitos anos como uma zona essencialmente agrícola, pouco habitada.

 

No século XVI, com a instalação da nobreza nesta parte da cidade, começam aqui a surgir palacetes e espaços sociais, como o Teatro da Graça (1767). No século XVIII juntam-se a estes vários edifícios religiosos, como o Convento da Graça, a Ermida de Nossa Senhora do Monte, o Convento das Mónicas, a Capela da Nossa Senhora da Glória e a Capela de Santa Verónica.

 

 

 

1 – Um pouco sobre a história do bairro da Graça...

 

A origem do bairro da Graça remonta ao século XIII, altura em que aqui se fundou o convento dos Agostinhos. Em 1305, este passa a ser o Convento da Nossa Senhora da Graça, surgindo, assim, o bairro da Graça.

Outrora localizado no exterior das muralhas de Lisboa (cerca moura), só em 1371, com a construção da cerca fernandina, passa a estar integrado nos domínios da cidade. Ainda assim, permanece durante muitos anos como uma zona essencialmente agrícola, pouco habitada.

 

No século XVI, com a instalação da nobreza nesta parte da cidade, começam aqui a surgir palacetes e espaços sociais, como o Teatro da Graça (1767). No século XVIII juntam-se a estes vários edifícios religiosos, como o Convento da Graça, a Ermida de Nossa Senhora do Monte, o Convento das Mónicas, a Capela da Nossa Senhora da Glória e a Capela de Santa Verónica.

 

 

 

Vila Sousa (entre 1902 e 1908) © Machado & Souza, in A.M.L

O bairro começa a tomar a sua forma atual e nasce o Largo da Graça, a calçada da Graça e a rua da Graça.

 

Com o terramoto de 1755, e a consequente reconstrução da cidade, dá-se um ponto de viragem na história do bairro. Este passa, assim, a albergar um elevado número de trabalhadores, que procuravam terrenos baratos próximos da baixa da cidade.

 

No século XX, com a construção dos caminhos de ferro de Santa Apolónia, a Graça torna-se casa de várias vilas operárias, como a Vila Berta, a Vila Souza e a Estrela d’Ouro – que ainda podem ser visitadas.

 

Hoje, a Graça é um bairro muito rico e diversificado, onde se mantém o espírito da Lisboa antiga.

O bairro começa a tomar a sua forma atual e nasce o Largo da Graça, a calçada da Graça e a rua da Graça.

 

Com o terramoto de 1755, e a consequente reconstrução da cidade, dá-se um ponto de viragem na história do bairro. Este passa, assim, a albergar um elevado número de trabalhadores, que procuravam terrenos baratos próximos da baixa da cidade.

 

No século XX, com a construção dos caminhos de ferro de Santa Apolónia, a Graça torna-se casa de várias vilas operárias, como a Vila Berta, a Vila Souza e a Estrela d’Ouro – que ainda podem ser visitadas.

 

Hoje, a Graça é um bairro muito rico e diversificado, onde se mantém o espírito da Lisboa antiga.

O bairro começa a tomar a sua forma atual e nasce o Largo da Graça, a calçada da Graça e a rua da Graça.

 

Com o terramoto de 1755, e a consequente reconstrução da cidade, dá-se um ponto de viragem na história do bairro. Este passa, assim, a albergar um elevado número de trabalhadores, que procuravam terrenos baratos próximos da baixa da cidade.

 

No século XX, com a construção dos caminhos de ferro de Santa Apolónia, a Graça torna-se casa de várias vilas operárias, como a Vila Berta, a Vila Souza e a Estrela d’Ouro – que ainda podem ser visitadas.

 

Hoje, a Graça é um bairro muito rico e diversificado, onde se mantém o espírito da Lisboa antiga.

Pastelaria “A Tentadora” ©  Universidade Nova de Lisboa

Parágrafo

Alfama começou assim a perder importância e, apesar de não ter sido afetada
pelo terramoto, foi deixada ao abandono pelo poder central até ao século XX –
sendo identificada como um local perigoso da cidade.

 

 

Apesar da sua decadência, no séc. XIX
Alfama viu surgir um estilo musical que é hoje considerado património imaterial
da UNESCO – O Fado! Nascido nas ruas, bares e locais de prostituição de
Alfama, o Fado começa a ser ouvido na corte e ganha outro tipo de destaque.
Com o surgimento da fadista Amália Rodrigues, o fado passa a ser
reconhecido internacionalmente.

 


Hoje, Alfama é um dos mais conhecidos e visitados bairros da cidade. Aqui
sente-se a vida bairrista, sente-se o fado, sente-se a essência de Lisboa!

Parágrafo

Mosteiro dos Jerónimos © Wikimedia – CC BY-SA 4.0 – Ingo Mehling (Imagem Original)

Vila Berta © Universidade Nova de Lisboa

Palácio dos Condes de Figueira © Universidade Nova de Lisboa

a. Arquitetura no bairro da Graça


Desde conventos em estilo barroco a imponentes palácios seiscentistas, o bairro da Graça mantém os estilos arquitetónicos e artísticos que refletem a sua história.

 

Ao percorrer as suas ruas, encontrará ainda alguns dos mais emblemáticos edifícios em Arte Nova, como o antigo Cine Royal, onde hoje se localiza um supermercado.

 

2 – A freguesia da São Vicente em Números

 

São Vicente

Lisboa

Superfície

1,99 Km2

100 km2

População (Censos 2021)

13 956

545 796

Repartição Homens/Mulheres (Censos 2021)

48%/52%

47%/53%

Indíce de Envelhecimento da população (Censos 2021)*

230,98

179,4

Número de fogos (Censos 2021)

10 170

319 640

Preço médio compra m2**

5 646 €/m2

5 866 €/m2

Preço médio arrendamento m2***

22,4 €/m2

21,8 €/m2

* (População com 65 ou mais anos / População com menos de 15 anos) * 100

** Relatório de Preços Agosto 2025 Idealista 

*** Relatório de Preços Agosto 2025 Idealista

 

 

 

 

a. Arquitetura no bairro da Graça


Desde conventos em estilo barroco a imponentes palácios seiscentistas, o bairro da Graça mantém os estilos arquitetónicos e artísticos que refletem a sua história.

 

Ao percorrer as suas ruas, encontrará ainda alguns dos mais emblemáticos edifícios em Arte Nova, como o antigo Cine Royal, onde hoje se localiza um supermercado.

 

2 – A freguesia da São Vicente em Números

 

São Vicente

Lisboa

Superfície

1,99 Km2

100 km2

População (Censos 2021)

13 956

545 796

Repartição Homens/Mulheres (Censos 2021)

48%/52%

47%/53%

Indíce de Envelhecimento da população (Censos 2021)*

230,98

179,4

Número de fogos (Censos 2021)

10 170

319 640

Preço médio compra m2**

5 266 €/m2

5 718 €/m2

Preço médio arrendamento m2***

22,4 €/m2

21,8 €/m2

* (População com 65 ou mais anos / População com menos de 15 anos) * 100

** Relatório de Preços Dezembro 2024 Idealista 

*** Relatório de Preços Dezembro 2024 Idealista

 

 

 

a. Arquitetura no bairro da Graça


Desde conventos em estilo barroco a imponentes palácios seiscentistas, o bairro da Graça mantém os estilos arquitetónicos e artísticos que refletem a sua história.

 

Ao percorrer as suas ruas, encontrará ainda alguns dos mais emblemáticos edifícios em Arte Nova, como o antigo Cine Royal, onde hoje se localiza um supermercado.

 

2 – A freguesia da São Vicente em Números

 

São Vicente

Lisboa

Superfície

1,99 Km2

100 km2

População (Censos 2021)

13 956

545 796

Repartição Homens/Mulheres (Censos 2021)

48%/52%

47%/53%

Indíce de Envelhecimento da população (Censos 2021)*

230,98

179,4

Número de fogos (Censos 2021)

10 170

319 640

Preço médio compra m2**

5 646 €/m2

5 866 €/m2

Preço médio arrendamento m2***

22,4 €/m2

21,8 €/m2

* (População com 65 ou mais anos / População com menos de 15 anos) * 100

** Relatório de Preços Agosto 2025 Idealista 

*** Relatório de Preços Agosto 2025 Idealista

 

 

 

 

Pastelaria “A Tentadora” ©  Universidade Nova de Lisboa

Parágrafo

Alfama começou assim a perder importância e, apesar de não ter sido afetada
pelo terramoto, foi deixada ao abandono pelo poder central até ao século XX –
sendo identificada como um local perigoso da cidade.

 

 

Apesar da sua decadência, no séc. XIX
Alfama viu surgir um estilo musical que é hoje considerado património imaterial
da UNESCO – O Fado! Nascido nas ruas, bares e locais de prostituição de
Alfama, o Fado começa a ser ouvido na corte e ganha outro tipo de destaque.
Com o surgimento da fadista Amália Rodrigues, o fado passa a ser
reconhecido internacionalmente.

 


Hoje, Alfama é um dos mais conhecidos e visitados bairros da cidade. Aqui
sente-se a vida bairrista, sente-se o fado, sente-se a essência de Lisboa!

Parágrafo

Mosteiro dos Jerónimos © Wikimedia – CC BY-SA 4.0 – Ingo Mehling (Imagem Original)

3 – Porquê escolher morar na Graça ?


A Graça é um dos bairros mais bonitos e mais antigos da cidade, onde ainda se sente o que é ser lisboeta.

 

Aqui a vida é calma e reconfortante, e à semelhança da sua vizinha Alfama (800m), este é um local onde toda a gente se conhece e cumprimenta.

 

Neste bairro cheio de vida encontrará uma grande variedade de comércio tradicional, como lojas, cafés, pastelarias, padarias, frutarias e restaurantes de gastronomia portuguesa.

 

Por se situar na mais alta das sete colinas, a Colina de Santo André, o bairro oferece espetaculares vistas panorâmicas sobre a cidade, o Tejo e o icónico Castelo de São Jorge. Entre os miradouros mais conhecidos estão o Miradouro da Senhora do Monte e o Miradouro da Graça, que conta com um espaço verde de quase 2 hectares.

 

3 – Porquê escolher morar na Graça ?


A Graça é um dos bairros mais bonitos e mais antigos da cidade, onde ainda se sente o que é ser lisboeta.

 

Aqui a vida é calma e reconfortante, e à semelhança da sua vizinha Alfama (800m), este é um local onde toda a gente se conhece e cumprimenta.

 

Neste bairro cheio de vida encontrará uma grande variedade de comércio tradicional, como lojas, cafés, pastelarias, padarias, frutarias e restaurantes de gastronomia portuguesa.

 

Por se situar na mais alta das sete colinas, a Colina de Santo André, o bairro oferece espetaculares vistas panorâmicas sobre a cidade, o Tejo e o icónico Castelo de São Jorge. Entre os miradouros mais conhecidos estão o Miradouro da Senhora do Monte e o Miradouro da Graça, que conta com um espaço verde de quase 2 hectares.

3 – Porquê escolher morar na Graça ?


A Graça é um dos bairros mais bonitos e mais antigos da cidade, onde ainda se sente o que é ser lisboeta.

 

Aqui a vida é calma e reconfortante, e à semelhança da sua vizinha Alfama (800m), este é um local onde toda a gente se conhece e cumprimenta.

 

Neste bairro cheio de vida encontrará uma grande variedade de comércio tradicional, como lojas, cafés, pastelarias, padarias, frutarias e restaurantes de gastronomia portuguesa.

 

Por se situar na mais alta das sete colinas, a Colina de Santo André, o bairro oferece espetaculares vistas panorâmicas sobre a cidade, o Tejo e o icónico Castelo de São Jorge. Entre os miradouros mais conhecidos estão o Miradouro da Senhora do Monte e o Miradouro da Graça, que conta com um espaço verde de quase 2 hectares.

 

3 – Porquê escolher morar na Graça ?


A Graça é um dos bairros mais bonitos e mais antigos da cidade, onde ainda se sente o que é ser lisboeta.

 

Aqui a vida é calma e reconfortante, e à semelhança da sua vizinha Alfama (800m), este é um local onde toda a gente se conhece e cumprimenta.

 

Neste bairro cheio de vida encontrará uma grande variedade de comércio tradicional, como lojas, cafés, pastelarias, padarias, frutarias e restaurantes de gastronomia portuguesa.

 

Por se situar na mais alta das sete colinas, a Colina de Santo André, o bairro oferece espetaculares vistas panorâmicas sobre a cidade, o Tejo e o icónico Castelo de São Jorge. Entre os miradouros mais conhecidos estão o Miradouro da Senhora do Monte e o Miradouro da Graça, que conta com um espaço verde de quase 2 hectares.

 

3 – Porquê escolher morar na Graça ?


A Graça é um dos bairros mais bonitos e mais antigos da cidade, onde ainda se sente o que é ser lisboeta.

 

Aqui a vida é calma e reconfortante, e à semelhança da sua vizinha Alfama (800m), este é um local onde toda a gente se conhece e cumprimenta.

 

Neste bairro cheio de vida encontrará uma grande variedade de comércio tradicional, como lojas, cafés, pastelarias, padarias, frutarias e restaurantes de gastronomia portuguesa.

 

Por se situar na mais alta das sete colinas, a Colina de Santo André, o bairro oferece espetaculares vistas panorâmicas sobre a cidade, o Tejo e o icónico Castelo de São Jorge. Entre os miradouros mais conhecidos estão o Miradouro da Senhora do Monte e o Miradouro da Graça, que conta com um espaço verde de quase 2 hectares.

© Time Out Lisboa

O que ver e fazer na Graça?

Situado no largo do mesmo nome, o Miradouro da Graça é um dos lugares mais procurados para contemplar a beleza da cidade, com vistas deslumbrantes sobre Alfama; o Castelo de São Jorge; a ponte; o Tejo e a Serra da Arrábida. Aqui, para além da paisagem, poderá desfrutar da tranquilidade do local numa agradável esplanada, envolvida pela sombra de pinheiros mansos. Além disso, é possível passar o tempo a ler, aproveitar o sol ou até mesmo fazer um piquenique no jardim circundante, o Jardim da Cerca da Graça – que conta com quase 2 hectares. Curiosidade: Sabia que o nome oficial deste miradouro é Miradouro Sophia de Mello Breyner Andresen? É verdade, foi neste local que a poetisa portuguesa passou aqui muitos dos seus dias a admirar Lisboa.

Situado no largo do mesmo nome, o Miradouro da Graça é um dos lugares mais procurados para contemplar a beleza da cidade, com vistas deslumbrantes sobre Alfama, o Castelo de São Jorge, a ponte, o Tejo e a Serra da Arrábida. Aqui, para além da paisagem, poderá desfrutar da tranquilidade do local numa agradável esplanada, envolvida pela sombra de pinheiros mansos. Além disso, é possível passar o tempo a ler, aproveitar o sol ou até mesmo fazer um piquenique no jardim circundante, o Jardim da Cerca da Graça – que conta com quase 2 hectares. Curiosidade: Sabia que o nome oficial deste miradouro é Miradouro Sophia de Mello Breyner Andresen? É verdade, foi neste local que a poetisa portuguesa passou aqui muitos dos seus dias a admirar Lisboa.

Miradouro da Graça

©Câmara Municipal de Lisboa - Jardim da Parada

 

@visitlisboa

Fundados no séc XIII, pela Ordem religiosa de Santo Agostinho, o Convento e a Igreja da Graça passaram por várias mudanças com o passar do tempo, encontrando-se hoje classificados como Monumento Nacional. Com algumas reformas no séc XV. e uma restauração após o terramoto de 1755, os edifícios apresentam uma variedade de estilos arquitetónicos e artísticos que refletem toda a sua história. Entre eles, destacam-se os azulejos dos séculos XVI, XVII e XVIII; o trabalho em talha dourada dos altares em estilo rococó; as esculturas setecentistas das capelas intermédias e a decoração barroca da sacristia.
Horário de funcionamento
3ª feira a 6ª feira: 9h00 -18h00
Sábado: 9h30 – 12h30 / 14h30 – 18h00

 

Fundados no séc XIII, pela Ordem religiosa de Santo Agostinho, o Convento e a Igreja da Graça passaram por várias mudanças com o passar do tempo, encontrando-se hoje classificados como Monumento Nacional. Com algumas reformas no séc XV. e uma restauração após o terramoto de 1755, os edifícios apresentam uma variedade de estilos arquitetónicos e artísticos que refletem toda a sua história. Entre eles, destacam-se os azulejos dos séculos XVI, XVII e XVIII; o trabalho em talha dourada dos altares em estilo rococó; as esculturas setecentistas das capelas intermédias e a decoração barroca da sacristia.
Horário de funcionamento
3ª feira a 6ª feira: 9h00 -18h00
Sábado: 9h30 – 12h30 / 14h30 – 18h00
Domingo: 9h30 – 12h30 / 17h00 – 20h00

 

Fundados no séc XIII, pela Ordem religiosa de Santo Agostinho, o Convento e a Igreja da Graça passaram por várias mudanças com o passar do tempo, encontrando-se hoje classificados como Monumento Nacional. Com algumas reformas no séc XV. e uma restauração após o terramoto de 1755, os edifícios apresentam uma variedade de estilos arquitetónicos e artísticos que refletem toda a sua história. Entre eles, destacam-se os azulejos dos séculos XVI, XVII e XVIII; o trabalho em talha dourada dos altares em estilo rococó; as esculturas setecentistas das capelas intermédias e a decoração barroca da sacristia.
Horário de funcionamento
3ª feira a 6ª feira: 9h00 -18h00
Sábado: 9h30 – 12h30 / 14h30 – 18h00
Domingo: 9h30 – 12h30 / 17h00 – 20h00

 

Convento e Igreja da Graça

@visitlisboa

@capilopes

© Universidade Nova de Lisboa

O Miradouro da Senhora do Monte é um dos mais elevados da cidade de Lisboa, situado a aproximadamente 90 metros de altitude. Para lá chegar terá de subir um pouco, porém o esforço será recompensado com uma magnífica vista sobre o Tejo, o Castelo de São Jorge, a Baixa Pombalina, o Bairro Alto, a serra de Monsanto e a Avenida Almirante Reis. Aqui irá encontrar uma pintura em azulejo do mapa de Lisboa, onde estão identificados os vários monumentos que se observam a partir do miradouro. Em frente ao miradouro, localiza-se a ermida com o mesmo nome, fundada em 1147. Curiosidade. Sabia que no interior da Capela existe uma cadeira que terá pertencido a um Santo? É verdade, reza a lenda que as mulheres grávidas que aqui se sentam terão partos sem complicações.

O Miradouro da Senhora do Monte é um dos mais elevados da cidade de Lisboa, situado a aproximadamente 90 metros de altitude. Para lá chegar terá de subir um pouco, porém o esforço será recompensado com uma magnífica vista sobre o Tejo, o Castelo de São Jorge, a Baixa Pombalina, o Bairro Alto, a serra de Monsanto e a Avenida Almirante Reis. Aqui irá encontrar uma pintura em azulejo do mapa de Lisboa, onde estão identificados os vários monumentos que se observam a partir do miradouro. Em frente ao miradouro, localiza-se a ermida com o mesmo nome, fundada em 1147. Curiosidade: Sabia que no interior da Capela existe uma cadeira que terá pertencido a um Santo? É verdade, reza a lenda que as mulheres grávidas que aqui se sentam terão partos sem complicações.

Miradouro da Senhora do Monte

@casafernandopessoa

 

Amália Rodrigues Garden © Dominique Cappronnier

©visitlisboa

Não só de conventos e palácios vive o bairro da Graça, são muitas as vilas operárias a descobrir nesta zona. Estas vilas, que surgiram com o boom industrial do século XIX, mantêm o charme bairrista e a beleza de outrora, embora o seu uso agora seja outro. Entre as mais conhecidas estão a Vila Berta (1902), conhecida pelas suas varandas em ferro fundido; a Vila Sousa (1890), decorada com belíssimos azulejos azuis e a Estrela D’Ouro (1907), que se destaca pelos seus grandiosos painéis de azulejos policromados. Um passeio imperdível!

Não só de conventos e palácios vive o bairro da Graça, são muitas as vilas operárias a descobrir nesta zona. Estas vilas, que surgiram com o boom industrial do século XIX, mantêm o charme bairrista e a beleza de outrora, embora o seu uso agora seja outro. Entre as mais conhecidas estão a Vila Berta (1902), conhecida pelas suas varandas em ferro fundido; a Vila Sousa (1890), decorada com belíssimos azulejos azuis e a Estrela D’Ouro (1907), que se destaca pelos seus grandiosos painéis de azulejos policromados. Um passeio imperdível!

Não só de conventos e palácios vive o bairro da Graça, são muitas as vilas operárias a descobrir nesta zona. Estas vilas, que surgiram com o boom industrial do século XIX, mantêm o charme bairrista e a beleza de outrora, embora o seu uso agora seja outro. Entre as mais conhecidas estão a Vila Berta (1902), conhecida pelas suas varandas em ferro fundido; a Vila Sousa (1890), decorada com belíssimos azulejos azuis e a Estrela D’Ouro (1907), que se destaca pelos seus grandiosos painéis de azulejos policromados. Um passeio imperdível!

Não só de conventos e palácios vive o bairro da Graça, são muitas as vilas operárias a descobrir nesta zona. Estas vilas, que surgiram com o boom industrial do século XIX, mantêm o charme bairrista e a beleza de outrora, embora o seu uso agora seja outro. Entre as mais conhecidas estão a Vila Berta (1902), conhecida pelas suas varandas em ferro fundido; a Vila Sousa (1890), decorada com belíssimos azulejos azuis e a Estrela D’Ouro (1907), que se destaca pelos seus grandiosos painéis de azulejos policromados. Um passeio imperdível!

Vilas Operárias

@casafernandopessoa

 

Amália Rodrigues Garden © Dominique Cappronnier

©maislisboa.fcsh.unl.pt

Onde comer e beber:

Situado em pleno Largo da Graça, o Botequim é uma casa com história. Inaugurado em 1968, pela poetisa Natália Correia, o Botequim foi palco da boémia intelectual na década de 70 e 80, tendo por aqui passado nomes como Ary dos Santos e José Cardoso Pires. O espaço fecha em 1993, pouco tempo depois da morte da escritora, e volta a abrir em 2010, pela mão de quatro amigos que tinham como objetivo recuperar o espírito do passado. Hoje, o Botequim mantem o antigo balcão de madeira escura e recebe regularmente concertos e sessões de poesia. Entre a ementa estão chás, petiscos, folhados, tostas, copos de vinho e, como não podia faltar, o café com “cheirinho”.
Horário de funcionamento
6º feira a 3º feira: 11h00 – 2h00
Quinta-feira: 18h00 – 2h00
(Encerra à Quarta-feira)

Situado em pleno Largo da Graça, o Botequim é uma casa com história. Inaugurado em 1968, pela poetisa Natália Correia, o Botequim foi palco da boémia intelectual na década de 70 e 80, tendo por aqui passado nomes como Ary dos Santos e José Cardoso Pires. O espaço fecha em 1993, pouco tempo depois da morte da escritora, e volta a abrir em 2010, pela mão de quatro amigos que tinham como objetivo recuperar o espírito do passado. Hoje, o Botequim mantem o antigo balcão de madeira escura e recebe regularmente concertos e sessões de poesia. Entre a ementa estão chás, petiscos, folhados, tostas, copos de vinho e, como não podia faltar, o café com “cheirinho”.
Horário de funcionamento
6º feira a 3º feira: 11h00 – 2h00
Quinta-feira: 18h00 – 2h00
(Encerra à Quarta-feira)

Situado em pleno Largo da Graça, o Botequim é uma casa com história. Inaugurado em 1968, pela poetisa Natália Correia, o Botequim foi palco da boémia intelectual na década de 70 e 80, tendo por aqui passado nomes como Ary dos Santos e José Cardoso Pires. O espaço fecha em 1993, pouco tempo depois da morte da escritora, e volta a abrir em 2010, pela mão de quatro amigos que tinham como objetivo recuperar o espírito do passado. Hoje, o Botequim mantem o antigo balcão de madeira escura e recebe regularmente concertos e sessões de poesia. Entre a ementa estão chás, petiscos, folhados, tostas, copos de vinho e, como não podia faltar, o café com “cheirinho”.
Horário de funcionamento
6º feira a 3º feira: 11h00 – 2h00
Quinta-feira: 18h00 – 2h00
(Encerra à Quarta-feira)

Botequim

©Botequim

O restaurante Estrela D’Ouro pertence ao Sr. Fernando Cardoso, uma figura mítica do bairro da Graça. É uma clássica tasca de bairro que serve especialidades portuguesas como bacalhau à minhota, bitoque com ovo e alheira de Mirandela. O espaço conta apenas com quatro mesas e costuma ser muito concorrido, assim, sugerimos que faça uma reserva antecipada. Curiosidade. Sabia que o Sr. Cardoso guarda orgulhosamente numa biblioteca todas as referências ao seu pequeno restaurante?
Preço médio 15€
Horário de funcionamento
12h00 – 15h00 / 18h30 - 21h00
(Encerra ao sábado e domingo)

Cardoso do Estrela D’Ouro

©Cardoso do Estrela D'Ouro

Este restaurante panorâmico de alta cozinha nasceu no bairro da Graça há mais de três décadas. O restaurante é conhecido por oferecer uma majestosa vista sobre as sete colinas da capital e o estuário do Tejo; mas não só desta belíssima paisagem vive o Via Graça. A cozinha, liderada pelo Chef Miguel Palma, apresenta tradicionais receitas portuguesas com um toque contemporâneo. Entre elas estão o Polvo à Lagareiro, o Bacalhau à Brás e o Arroz de pato, magret e foie-gras. Para os mais aventureiros, o Chef sugere a secção “Para Descobrir”, onde reina a audácia e a versatilidade. “A vista. Os sabores. A experiência.”
Preço médio 70€
Horário de funcionamento
Das 12h30 às 00h00

Este restaurante panorâmico de alta cozinha nasceu no bairro da Graça há mais de três décadas. O restaurante é conhecido por oferecer uma majestosa vista sobre as sete colinas da capital e o estuário do Tejo; mas não só desta belíssima paisagem vive o Via Graça. A cozinha, liderada pelo Chef Miguel Palma, apresenta tradicionais receitas portuguesas com um toque contemporâneo. Entre elas estão o Polvo à Lagareiro, o Bacalhau à Brás e o Arroz de pato, magret e foie-gras. Para os mais aventureiros, o Chef sugere a secção “Para Descobrir”, onde reina a audácia e a versatilidade. “A vista. Os sabores. A experiência.”
Preço médio 70€
Horário de funcionamento
Das 12h30 às 00h00

Este restaurante panorâmico de alta cozinha nasceu no bairro da Graça há mais de três décadas. O restaurante é conhecido por oferecer uma majestosa vista sobre as sete colinas da capital e o estuário do Tejo; mas não só desta belíssima paisagem vive o Via Graça. A cozinha, liderada pelo Chef Miguel Palma, apresenta tradicionais receitas portuguesas com um toque contemporâneo. Entre elas estão o Polvo à Lagareiro, o Bacalhau à Brás e o Arroz de pato, magret e foie-gras. Para os mais aventureiros, o Chef sugere a secção “Para Descobrir”, onde reina a audácia e a versatilidade. “A vista. Os sabores. A experiência.”
Preço médio 70€
Horário de funcionamento
Das 12h30 às 00h00

Este restaurante panorâmico de alta cozinha nasceu no bairro da Graça há mais de três décadas. O restaurante é conhecido por oferecer uma majestosa vista sobre as sete colinas da capital e o estuário do Tejo; mas não só desta belíssima paisagem vive o Via Graça. A cozinha, liderada pelo Chef Miguel Palma, apresenta tradicionais receitas portuguesas com um toque contemporâneo. Entre elas estão o Polvo à Lagareiro, o Bacalhau à Brás e o Arroz de pato, magret e foie-gras. Para os mais aventureiros, o Chef sugere a secção “Para Descobrir”, onde reina a audácia e a versatilidade. “A vista. Os sabores. A experiência.”
Preço médio 70€
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Das 12h30 às 00h00

Via Graça

©Via Graça

Testemunhos de compradores

"Comprámos um apartamento através da De Brito Properties há vários meses e eles ajudaram-nos sempre com o trabalho, os contratos, os procedimentos (com rapidez e fiabilidade). Tornaram-se a nossa referência em Portugal e ajudam-nos em todas as questões. Felicitamo-nos todos os dias por termos passado por eles para a nossa compra em Lisboa."

Isabelle Sebah

"Comprámos um apartamento há vários meses à De Brito e fomos sempre ajudados com as obras, a eletricidade, as várias etapas. É realmente a agência ideal para uma transação de propriedade a longo prazo!"

Florence Crisanto

"Experiência muito boa. Agência muito profissional e confiável e muito mais porque nos ajuda em todas as etapas, uma grande vantagem, especialmente quando não se fala o idioma. Obrigada a toda a equipa pela disponibilidade e simpatia."

Véronica L.

"O meu marido e eu tivemos uma ótima ajuda para comprar uma casa em Azeitão. A Titti Curtaz foi atenciosa, profissional, simpática e ouviu verdadeiramente as nossas necessidades e preocupações enquanto tentávamos encontrar a casa certa para nós. Ela foi generosa e paciente. O nosso português é muito básico e ela ajudou-nos graciosamente a traduzir a informação entre o vendedor e nós. Recomendo a vivamente e à De Brito Properties"

Christina S.

"Equipa profissional, séria e atenciosa. Serviços muito bons e bons produtos. Acompanhamento ideal!"

Jean Louis D.

"Serviço de qualidade que escuta o cliente. Muito obrigado por nos ajudar com a nossa compra e instalação em Lisboa."

Bernardette Fernandes

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