Baixo Alentejo 

Um pouco sobre a história do Baixo Alentejo...

1 – Um pouco sobre a história do Baixo Alentejo...

 

A região do Baixo Alentejo possui uma rica e diversificada história que remonta a tempos antigos.


Por volta do séc. II a.C, a localidade conheceu um período de intensa romanização, caracterizado pelo surgimento de importantes centros urbanos: Beja (Pax Julia), Mértola (Myrtilis Julia) e Serpa (Serpa Aquae Flaviae).


Vestígios desta época podem ser encontrados em sítios arqueológicos espalhados pelo território, como a Vila Romana de Pisões; o Museu da Lucerna, em Castro Verde; e o Núcleo Museológico Romano, em Mértola. 

 

Após a queda do Império Romano, o Baixo Alentejo foi conquistado pelos visigodos, e posteriormente pelos mouros (séc. VIII). A ocupação moura ficou marcada pela introdução de novas técnicas de irrigação e pelo estabelecimento de novas culturas, como a laranjeira e a amendoeira.


A cidade de Mértola é um testemunho desse período histórico, com uma impressionante fortaleza árabe, o Castelo de Mértola. 

 

No séc. XIII, o Baixo Alentejo é reconquistado pelos cristãos. Castelos, igrejas e fortalezas são construídos; e o comércio e a indústria prosperam, impulsionados pela produção de trigo, azeite, vinho e cortiça.

 

1 – Um pouco sobre a história do Baixo Alentejo...

 

A região do Baixo Alentejo possui uma rica e diversificada história que remonta a tempos antigos.


Por volta do séc. II a.C, a localidade conheceu um período de intensa romanização, caracterizado pelo surgimento de importantes centros urbanos: Beja (Pax Julia), Mértola (Myrtilis Julia) e Serpa (Serpa Aquae Flaviae).


Vestígios desta época podem ser encontrados em sítios arqueológicos espalhados pelo território, como a Vila Romana de Pisões; o Museu da Lucerna, em Castro Verde; e o Núcleo Museológico Romano, em Mértola. 

 

Após a queda do Império Romano, o Baixo Alentejo foi conquistado pelos visigodos, e posteriormente pelos mouros (séc. VIII). A ocupação moura ficou marcada pela introdução de novas técnicas de irrigação e pelo estabelecimento de novas culturas, como a laranjeira e a amendoeira.


A cidade de Mértola é um testemunho desse período histórico, com uma impressionante fortaleza árabe, o Castelo de Mértola. 

 

No séc. XIII, o Baixo Alentejo é reconquistado pelos cristãos. Castelos, igrejas e fortalezas são construídos; e o comércio e a indústria prosperam, impulsionados pela produção de trigo, azeite, vinho e cortiça.

 

1 – Um pouco sobre a história do Baixo Alentejo...

 

A região do Baixo Alentejo possui uma rica e diversificada história que remonta a tempos antigos.


Por volta do séc. II a.C, a localidade conheceu um período de intensa romanização, caracterizado pelo surgimento de importantes centros urbanos: Beja (Pax Julia), Mértola (Myrtilis Julia) e Serpa (Serpa Aquae Flaviae).


Vestígios desta época podem ser encontrados em sítios arqueológicos espalhados pelo território, como a Vila Romana de Pisões; o Museu da Lucerna, em Castro Verde; e o Núcleo Museológico Romano, em Mértola. 

 

Após a queda do Império Romano, o Baixo Alentejo foi conquistado pelos visigodos, e posteriormente pelos mouros (séc. VIII). A ocupação moura ficou marcada pela introdução de novas técnicas de irrigação e pelo estabelecimento de novas culturas, como a laranjeira e a amendoeira.


A cidade de Mértola é um testemunho desse período histórico, com uma impressionante fortaleza árabe, o Castelo de Mértola. 

 

No séc. XIII, o Baixo Alentejo é reconquistado pelos cristãos. Castelos, igrejas e fortalezas são construídos; e o comércio e a indústria prosperam, impulsionados pela produção de trigo, azeite, vinho e cortiça.

 

Vila Romana de Pisões © Câmara Municipal de Beja

Atualmente, o Baixo Alentejo permanece uma zona predominantemente rural, com uma economia baseada na agricultura, na pecuária e na produção de cortiça – com paisagens marcadas por planícies douradas e montados de sobreiros e azinheiras.

 

a. Arquitetura no Baixo Alentejo


Um dos elementos mais marcantes da arquitetura do Baixo Alentejo, à semelhança de todo o Alentejo, são as casas caiadas de branco. Estas casas representam o estilo tradicional alentejano e costumam ter telhados de terracota, chaminés altas e detalhes em cores vivas, como o amarelo e o azul.

 

Muitas destas casas rurais são construídas no topo de colinas, sendo designadas “montes alentejanos”.

 

Curiosidade: Sabia que a razão para estas serem pintadas de branco se deve ao facto dessa cor ajudar a refletir o calor do sol quente, característico da região?

 

Além disso, a zona do Baixo Alentejo abriga inúmeros edifícios que refletem a sua rica história e cultura. Um exemplo é o castelo de Mértola, que combina elementos romanos, árabes e góticos.

Atualmente, o Baixo Alentejo permanece uma zona predominantemente rural, com uma economia baseada na agricultura, na pecuária e na produção de cortiça – com paisagens marcadas por planícies douradas e montados de sobreiros e azinheiras.

 

a. Arquitetura no Baixo Alentejo


Um dos elementos mais marcantes da arquitetura do Baixo Alentejo, à semelhança de todo o Alentejo, são as casas caiadas de branco. Estas casas representam o estilo tradicional alentejano e costumam ter telhados de terracota, chaminés altas e detalhes em cores vivas, como o amarelo e o azul.

 

Muitas destas casas rurais são construídas no topo de colinas, sendo designadas “montes alentejanos”.

 

Curiosidade: Sabia que a razão para estas serem pintadas de branco se deve ao facto dessa cor ajudar a refletir o calor do sol quente, característico da região?

 

Além disso, a zona do Baixo Alentejo abriga inúmeros edifícios que refletem a sua rica história e cultura. Um exemplo é o castelo de Mértola, que combina elementos romanos, árabes e góticos.

Atualmente, o Baixo Alentejo permanece uma zona predominantemente rural, com uma economia baseada na agricultura, na pecuária e na produção de cortiça – com paisagens marcadas por planícies douradas e montados de sobreiros e azinheiras.

 

a. Arquitetura no Baixo Alentejo


Um dos elementos mais marcantes da arquitetura do Baixo Alentejo, à semelhança de todo o Alentejo, são as casas caiadas de branco. Estas casas representam o estilo tradicional alentejano e costumam ter telhados de terracota, chaminés altas e detalhes em cores vivas, como o amarelo e o azul.

 

Muitas destas casas rurais são construídas no topo de colinas, sendo designadas “montes alentejanos”.

 

Curiosidade: Sabia que a razão para estas serem pintadas de branco se deve ao facto dessa cor ajudar a refletir o calor do sol quente, característico da região?

 

Além disso, a zona do Baixo Alentejo abriga inúmeros edifícios que refletem a sua rica história e cultura. Um exemplo é o castelo de Mértola, que combina elementos romanos, árabes e góticos.

Atualmente, o Baixo Alentejo permanece uma zona predominantemente rural, com uma economia baseada na agricultura, na pecuária e na produção de cortiça – com paisagens marcadas por planícies douradas e montados de sobreiros e azinheiras.

 

a. Arquitetura no Baixo Alentejo


Um dos elementos mais marcantes da arquitetura do Baixo Alentejo, à semelhança de todo o Alentejo, são as casas caiadas de branco. Estas casas representam o estilo tradicional alentejano e costumam ter telhados de terracota, chaminés altas e detalhes em cores vivas, como o amarelo e o azul.

 

Muitas destas casas rurais são construídas no topo de colinas, sendo designadas “montes alentejanos”.

 

Curiosidade: Sabia que a razão para estas serem pintadas de branco se deve ao facto dessa cor ajudar a refletir o calor do sol quente, característico da região?

 

Além disso, a zona do Baixo Alentejo abriga inúmeros edifícios que refletem a sua rica história e cultura. Um exemplo é o castelo de Mértola, que combina elementos romanos, árabes e góticos.

Atualmente, o Baixo Alentejo permanece uma zona predominantemente rural, com uma economia baseada na agricultura, na pecuária e na produção de cortiça – com paisagens marcadas por planícies douradas e montados de sobreiros e azinheiras.

 

a. Arquitetura no Baixo Alentejo


Um dos elementos mais marcantes da arquitetura do Baixo Alentejo, à semelhança de todo o Alentejo, são as casas caiadas de branco. Estas casas representam o estilo tradicional alentejano e costumam ter telhados de terracota, chaminés altas e detalhes em cores vivas, como o amarelo e o azul.

 

Muitas destas casas rurais são construídas no topo de colinas, sendo designadas “montes alentejanos”.

 

Curiosidade: Sabia que a razão para estas serem pintadas de branco se deve ao facto dessa cor ajudar a refletir o calor do sol quente, característico da região?

 

Além disso, a zona do Baixo Alentejo abriga inúmeros edifícios que refletem a sua rica história e cultura. Um exemplo é o castelo de Mértola, que combina elementos romanos, árabes e góticos.

Planta da Cidade de Lisboa

2 – A região do Baixo Alentejo em números

 

A região do Baixo Alentejo integra 13 municípios (pertencentes ao distrito de Beja): Aljustrel, Almodôvar, Alvito, Barrancos, Beja, Castro Verde, Cuba, Ferreira do Alentejo, Mértola, Moura, Ourique, Serpa e Vidigueira.

 

 

Baixo Alentejo

Alentejo

Superfície

8 505 Km2

31 603 km2

População (Censos 2021)

114 863

704 533

Repartição Homens/Mulheres (Censos 2021)

49%/51%

48%/52%

Indíce de Envelhecimento da população (Censos 2021)*

249,02

218,57

Número de fogos (Censos 2021)

85 332

472 808

Preço médio compra m2**

1 209 €/m2

1 702 €/m2

Preço médio arrendamento m2***

10,2 €/m2

N/A

* (População com 65 ou mais anos / População com menos de 15 anos) * 100

** Relatório de Preços Dezembro 2024 Idealista 

*** Relatório de Preços Dezembro 2024 Idealista

 

 

 

2 – A região do Baixo Alentejo em números

 

A região do Baixo Alentejo integra 13 municípios (pertencentes ao distrito de Beja): Aljustrel, Almodôvar, Alvito, Barrancos, Beja, Castro Verde, Cuba, Ferreira do Alentejo, Mértola, Moura, Ourique, Serpa e Vidigueira.

 

 

Baixo Alentejo

Alentejo

Superfície

8 505 Km2

31 603 km2

População (Censos 2021)

114 863

704 533

Repartição Homens/Mulheres (Censos 2021)

49%/51%

48%/52%

Indíce de Envelhecimento da população (Censos 2021)*

249,02

218,57

Número de fogos (Censos 2021)

85 332

472 808

Preço médio compra m2**

1 209 €/m2

1 702 €/m2

Preço médio arrendamento m2***

10,2 €/m2

N/A

* (População com 65 ou mais anos / População com menos de 15 anos) * 100

** Relatório de Preços Dezembro 2024 Idealista 

*** Relatório de Preços Dezembro 2024 Idealista

 

 

 

2 – A região do Baixo Alentejo em números

 

A região do Baixo Alentejo integra 13 municípios (pertencentes ao distrito de Beja): Aljustrel, Almodôvar, Alvito, Barrancos, Beja, Castro Verde, Cuba, Ferreira do Alentejo, Mértola, Moura, Ourique, Serpa e Vidigueira.

 

 

Baixo Alentejo

Alentejo

Superfície

8 505 Km2

31 603 km2

População (Censos 2021)

114 863

704 533

Repartição Homens/Mulheres (Censos 2021)

49%/51%

48%/52%

Indíce de Envelhecimento da população (Censos 2021)*

249,02

218,57

Número de fogos (Censos 2021)

85 332

472 808

Preço médio compra m2**

1 209 €/m2

1 702 €/m2

Preço médio arrendamento m2***

10,2 €/m2

N/A

* (População com 65 ou mais anos / População com menos de 15 anos) * 100

** Relatório de Preços Dezembro 2024 Idealista 

*** Relatório de Preços Dezembro 2024 Idealista

 

 

 

Pastelaria “A Tentadora” ©  Universidade Nova de Lisboa

Parágrafo

Alfama começou assim a perder importância e, apesar de não ter sido afetada
pelo terramoto, foi deixada ao abandono pelo poder central até ao século XX –
sendo identificada como um local perigoso da cidade.

 

 

Apesar da sua decadência, no séc. XIX
Alfama viu surgir um estilo musical que é hoje considerado património imaterial
da UNESCO – O Fado! Nascido nas ruas, bares e locais de prostituição de
Alfama, o Fado começa a ser ouvido na corte e ganha outro tipo de destaque.
Com o surgimento da fadista Amália Rodrigues, o fado passa a ser
reconhecido internacionalmente.

 


Hoje, Alfama é um dos mais conhecidos e visitados bairros da cidade. Aqui
sente-se a vida bairrista, sente-se o fado, sente-se a essência de Lisboa!

Parágrafo

Livramento Market © Município de Setúbal

©allaboutportugal

©Bernardo Conde

Estação do Oriente © Agenda Cultural de Lisboa

©Bernardo Conde

Papelaria “A Concorrente” ©  Universidade Nova de Lisboa

4 – O Mercado Imobiliário da freguesia de São Vicente

Foto: flickr | @abz.rec

3 – Porquê escolher morar no Baixo Alentejo? 


Morar no Baixo Alentejo é uma escolha que muitos fazem em busca de uma maior qualidade de vida.

 

A região é conhecida pelas suas pequenas vilas e aldeias pitorescas, e diz-se mesmo que o tempo aqui passa mais devagar, que aqui tudo se quer sem pressas.

 

Assim, no Baixo Alentejo encontrará uma atmosfera pacífica e relaxada, onde a conexão com a natureza e a tradição se fazem sentir.


É um local onde a convivência comunitária e a sensação de pertencimento são valorizadas, sendo comum a realização de festivais tradicionais – como festas religiosas e feiras locais, onde artesãos e agricultores locais marcam presença.


A comida alentejana é uma parte essencial desta experiência de vida, sempre ligada aos produtos de campo; tendo por base o pão, o azeite e as ervas aromáticas. Entre os pratos mais célebres do Baixo Alentejo estão a sopa de beldroegas, a sopa de cação e a carne de porco à alentejana.


Além disso, o Baixo Alentejo é uma área de grande importância ambiental, abrangendo o Parque Natural do Vale do Guadiana. Este é um verdadeiro paraíso para caminhadas, observação de pássaros e atividades ao ar livre.

 

 

3 – Porquê escolher morar no Baixo Alentejo? 


Morar no Baixo Alentejo é uma escolha que muitos fazem em busca de uma maior qualidade de vida.

 

A região é conhecida pelas suas pequenas vilas e aldeias pitorescas, e diz-se mesmo que o tempo aqui passa mais devagar, que aqui tudo se quer sem pressas.

 

Assim, no Baixo Alentejo encontrará uma atmosfera pacífica e relaxada, onde a conexão com a natureza e a tradição se fazem sentir.


É um local onde a convivência comunitária e a sensação de pertencimento são valorizadas, sendo comum a realização de festivais tradicionais – como festas religiosas e feiras locais, onde artesãos e agricultores locais marcam presença.


A comida alentejana é uma parte essencial desta experiência de vida, sempre ligada aos produtos de campo; tendo por base o pão, o azeite e as ervas aromáticas. Entre os pratos mais célebres do Baixo Alentejo estão a sopa de beldroegas, a sopa de cação e a carne de porco à alentejana.


Além disso, o Baixo Alentejo é uma área de grande importância ambiental, abrangendo o Parque Natural do Vale do Guadiana. Este é um verdadeiro paraíso para caminhadas, observação de pássaros e atividades ao ar livre.

 

 

3 – Porquê escolher morar no Baixo Alentejo? 


Morar no Baixo Alentejo é uma escolha que muitos fazem em busca de uma maior qualidade de vida.

 

A região é conhecida pelas suas pequenas vilas e aldeias pitorescas, e diz-se mesmo que o tempo aqui passa mais devagar, que aqui tudo se quer sem pressas.

 

Assim, no Baixo Alentejo encontrará uma atmosfera pacífica e relaxada, onde a conexão com a natureza e a tradição se fazem sentir.


É um local onde a convivência comunitária e a sensação de pertencimento são valorizadas, sendo comum a realização de festivais tradicionais – como festas religiosas e feiras locais, onde artesãos e agricultores locais marcam presença.


A comida alentejana é uma parte essencial desta experiência de vida, sempre ligada aos produtos de campo; tendo por base o pão, o azeite e as ervas aromáticas. Entre os pratos mais célebres do Baixo Alentejo estão a sopa de beldroegas, a sopa de cação e a carne de porco à alentejana.


Além disso, o Baixo Alentejo é uma área de grande importância ambiental, abrangendo o Parque Natural do Vale do Guadiana. Este é um verdadeiro paraíso para caminhadas, observação de pássaros e atividades ao ar livre.

 

 

 

O que ver e fazer no Baixo Alentejo?

A cidade de Beja tem muito para oferecer, desde um imponente castelo medieval a um leque de suntuosas igrejas e conventos. Além disso, Beja dispõe de uma variedade de oficinas e workshops que o convidam a mergulhar nas tradições e artes da região. Atreva-se a descobrir os segredos da cozinha alentejana, a cantar em plenos pulmões o “Cante” tradicional ou a aprender técnicas ancestrais de artesanato com um dos artesãos locais. Encontre aqui mais informações: Município de Beja - Beja Experience (cm-beja.pt)

Oficinas e Workshops em Beja

©Camara Municipal Beja

A produção artesanal de queijo é uma tradição bastante enraizada em Serpa, sendo o Queijo de Serpa um dos produtos mais emblemáticos do Alentejo. Sabia que em Serpa dá-se o nome de “Rouparias” às Queijarias? É verdade, isto deve-se à vasta quantidade de roupa que se encontra associada à atividade, como panos de lã e tiras brancas de pano. São várias as queijarias em Serpa que preservam este tipo de fabrico artesanal, uma delas é a Queijaria José Bule. Não perca a oportunidade e venha provar o tradicional queijo de ovelha de Serpa, fabricado pelas mãos dos “roupeiros” da família Bule! Dica: Na sua visita aproveite para se perder nas ruelas do centro histórico da cidade. É aqui que se encontram as principais atrações, como o castelo, o palácio dos Condes, a Igreja de Santa Maria e os museus.

Visitar uma Rouparia (Queijaria) de Serpa

@casafernandopessoa

 

©queijaria.almocreva

@visitsetubal

A muralhada vila de Mértola encontra-se empoleirada numa penha rochosa nas margens do rio Guadiana, sendo uma das maiores joias do Baixo Alentejo. Toda a vila é um centro histórico, onde encontrará um castelo medieval, igrejas monumentais e até ruínas romanas. Além disso, Mértola esconde um verdadeiro tesouro, a Praia Fluvial da Tapada Grande. Cercada por uma paisagem deslumbrante, este é o lugar ideal para quem procura tranquilidade e contacto com a natureza. A Praia Fluvial da Tapada Grande oferece uma ampla gama de atividades e desportos aquáticos, como canoagem e stand-up paddle. Poderá ainda explorar as trilhas circundantes e descobrir a rica fauna e flora da região. O local está equipado com parque de estacionamento, áreas para churrascos, mesas de piquenique e um bar.

A muralhada vila de Mértola encontra-se empoleirada numa penha rochosa nas margens do rio Guadiana, sendo uma das maiores joias do Baixo Alentejo. Toda a vila é um centro histórico, onde encontrará um castelo medieval, igrejas monumentais e até ruínas romanas. Além disso, Mértola esconde um verdadeiro tesouro, a Praia Fluvial da Tapada
Grande. Cercada por uma paisagem deslumbrante, este é o lugar ideal para quem procura tranquilidade e contacto com a natureza. A Praia Fluvial da Tapada Grande oferece uma ampla gama de atividades e desportos aquáticos, como canoagem e stand-up paddle. Poderá ainda explorar as trilhas circundantes e descobrir a rica fauna e flora da região. O local está equipado com parque de estacionamento, áreas para churrascos, mesas de piquenique e um bar.

A muralhada vila de Mértola encontra-se empoleirada numa penha rochosa nas margens do rio Guadiana, sendo uma das maiores joias do Baixo Alentejo. Toda a vila é um centro histórico, onde encontrará um castelo medieval, igrejas monumentais e até ruínas romanas. Além disso, Mértola esconde um verdadeiro tesouro, a Praia Fluvial da Tapada Grande. Cercada por uma paisagem deslumbrante, este é o lugar ideal para quem procura tranquilidade e contacto com a natureza. A Praia Fluvial da Tapada Grande oferece uma ampla gama de atividades e desportos aquáticos, como canoagem e stand-up paddle. Poderá ainda explorar as trilhas circundantes e descobrir a rica fauna e flora da região. O local está equipado com parque de estacionamento, áreas para churrascos, mesas de piquenique e um bar.

Praia Fluvial da Tapada Grande, em Mértola

 @amoreiras360view

©Camara Municipal Mértola

Sabia que em Santiago do Cacém girafas, zebras, impalas, gnus, avestruzes e búfalos coexistem numa área de 45 hectares? É verdade! O Badoca Safari Park situa-se em Vila Nova de Santo André, no concelho de Santiago do Cacém, e possui cerca de 230 animais em liberdade. Embarque numa aventura safari e sinta de perto a emoção de uma savana
africana! O parque disponibiliza ainda um conjunto de outras atividades: apresentação de aves de rapina; apresentação dos lémures; visita à ilha dos primatas; passeio pedestre ao ar livre e apresentação de répteis. “Um dia em cheio no Alentejo!”
Preço bilhete normal 19.90€
Horário de funcionamento
Das 09h30 às 17h30

Estendendo-se ao longo do rio Guadiana, o Parque Natural do Vale Guadiana é uma joia natural de extraordinária beleza e biodiversidade. O parque abrange uma extensão de cerca de 70.000 hectares, com trilhas demarcadas que o convidam a explorar a área a pé ou de bicicleta. Além disso, poderá desfrutar de passeios de barco ao longo do rio ou participar nos roteiros de observação de aves. Um dos pontos mais emblemáticos do Parque Natural do Vale do Guadiana é a Cascata do Pulo do Lobo. Este local é considerado o expoente máximo da faceta selvagem do rio – o verdadeiro retrato de uma natureza indomável! O Parque Natural do Vale do Guadiana tem em vigor várias iniciativas de conservação e projetos de educação ambiental. Para melhor usufruir da sua visita, leia e cumpra o Código de conduta em áreas protegidas.

Estendendo-se ao longo do rio Guadiana, o Parque Natural do Vale Guadiana é uma joia natural de extraordinária beleza e biodiversidade. O parque abrange uma extensão de cerca de 70.000 hectares, com trilhas demarcadas que o convidam a explorar a área a pé ou de bicicleta. Além disso, poderá desfrutar de passeios de barco ao longo do rio ou participar nos roteiros de observação de aves. Um dos pontos mais emblemáticos do Parque Natural do Vale do Guadiana é a Cascata do Pulo do Lobo. Este local é considerado o expoente máximo da faceta selvagem do rio – o verdadeiro retrato de uma natureza indomável! O Parque Natural do Vale do Guadiana tem em vigor várias iniciativas de conservação e projetos de educação ambiental. Para melhor usufruir da sua visita, leia e cumpra o Código de conduta em áreas protegidas.

Estendendo-se ao longo do rio Guadiana, o Parque Natural do Vale Guadiana é uma joia natural de extraordinária beleza e biodiversidade. O parque abrange uma extensão de cerca de 70.000 hectares, com trilhas demarcadas que o convidam a explorar a área a pé ou de bicicleta. Além disso, poderá desfrutar de passeios de barco ao longo do rio ou participar nos roteiros de observação de aves. Um dos pontos mais emblemáticos do Parque Natural do Vale do Guadiana é a Cascata do Pulo do Lobo. Este local é considerado o expoente máximo da faceta selvagem do rio – o verdadeiro retrato de uma natureza indomável! O Parque Natural do Vale do Guadiana tem em vigor várias iniciativas de conservação e projetos de educação ambiental. Para melhor usufruir da sua visita, leia e cumpra o Código de conduta em áreas protegidas.

Estendendo-se ao longo do rio Guadiana, o Parque Natural do Vale Guadiana é uma joia natural de extraordinária beleza e biodiversidade. O parque abrange uma extensão de cerca de 70.000 hectares, com trilhas demarcadas que o convidam a explorar a área a pé ou de bicicleta. Além disso, poderá desfrutar de passeios de barco ao longo do rio ou participar nos roteiros de observação de aves. Um dos pontos mais emblemáticos do Parque Natural do Vale do Guadiana é a Cascata do Pulo do Lobo. Este local é considerado o expoente máximo da faceta selvagem do rio – o verdadeiro retrato de uma natureza indomável! O Parque Natural do Vale do Guadiana tem em vigor várias iniciativas de conservação e projetos de educação ambiental. Para melhor usufruir da sua visita, leia e cumpra o Código de conduta em áreas protegidas.

Parque Natural do Vale do Guadiana

©visitportugal

Onde comer e beber:

O restaurante Dom Dinis situa-se na zona histórica de Beja e é o local ideal para quem procura experimentar comida tradicional. O restaurante é conhecido pelos seus grelhados no carvão, sendo as plumas de porco preto um dos pratos mais pedidos. Para acompanhar? Um trio de migas! De alho, azeitonas e espargos. Pare nesta referência alentejana para um almoço ou jantar após a sua visita ao icónico Castelo de Beja.
Preço médio 25€
Horário de funcionamento
Horário regular: 12h15 – 15h00 / 19h15 – 22h00
3ª feira: 12h15 – 15h00
(Encerra à quarta-feira)

Dom Dinis, Beja

©Dom Dinis

Junto das muralhas de Serpa encontra-se o Restaurante Molhó Bico, um restaurante que tem como missão apenas servir à mesa produtos regionais. Aqui vai encontrar pratos típicos como a carrilhada de porco preto, o cozido de grão, o ensopado de borrego e as açordas de bacalhau. Por se encontrar instalado numa antiga adega de vinho, o restaurante apresenta uma decoração muito própria, onde ainda se podem observar as grandes talhas de barro.
Preço médio 15€ 

Horário de funcionamento
Horário regular: 12h30 – 15h00 / 19h30 – 22h00
3ª feira: 12h30 – 15h00
(Encerra à quarta-feira)

Junto das muralhas de Serpa encontra-se o Restaurante Molhó Bico, um restaurante que tem como missão apenas servir à mesa produtos regionais. Aqui vai encontrar pratos típicos como a carrilhada de porco preto, o cozido de grão, o ensopado de borrego e as açordas de bacalhau. Por se encontrar instalado numa antiga adega de vinho, o restaurante apresenta uma decoração muito própria, onde ainda se podem observar as grandes talhas de barro.
Preço médio 15€ 

Horário de funcionamento
Horário regular: 12h30 – 15h00 / 19h30 – 22h00
3ª feira: 12h30 – 15h00
(Encerra à quarta-feira)

Junto das muralhas de Serpa encontra-se o Restaurante Molhó Bico, um restaurante que tem como missão apenas servir à mesa produtos regionais. Aqui vai encontrar pratos típicos como a carrilhada de porco preto, o cozido de grão, o ensopado de borrego e as açordas de bacalhau. Por se encontrar instalado numa antiga adega de vinho, o restaurante apresenta uma decoração muito própria, onde ainda se podem observar as grandes talhas de barro.
Preço médio 15€ 

Horário de funcionamento
Horário regular: 12h30 – 15h00 / 19h30 – 22h00
3ª feira: 12h30 – 15h00
(Encerra à quarta-feira)

Junto das muralhas de Serpa encontra-se o Restaurante Molhó Bico, um restaurante que tem como missão apenas servir à mesa produtos regionais. Aqui vai encontrar pratos típicos como a carrilhada de porco preto, o cozido de grão, o ensopado de borrego e as açordas de bacalhau. Por se encontrar instalado numa antiga adega de vinho, o restaurante apresenta uma decoração muito própria, onde ainda se podem observar as grandes talhas de barro.
Preço médio 15€ 

Horário de funcionamento
Horário regular: 12h30 – 15h00 / 19h30 – 22h00
3ª feira: 12h30 – 15h00
(Encerra à quarta-feira)

Restaurante Molhó Bico, em Serpa

©Restaurante Molhó Bico

Localizado em Mértola, o Restaurante Tamujé aposta nos pratos típicos da região, e há até quem diga que é este o melhor restaurante do Alentejo. Entre as especialidades da casa estão as sopas de cação, a açorda de perdiz, as migas alentejanas com plumas de porco preto e o javali à casa. Quem por aqui passa, afirma que há-de voltar, quer pela saborosa comida, quer pela privilegiada vista sobre o rio Guadiana. É verdade, o espaço dispõe de 3 varandas, cada uma com uma mesa e com uma vista que promete deixar memórias!
Preço médio 15€
Horário de funcionamento
Horário regular: 12h00 – 15h00 / 19h30 – 22h00
5ª feira: 12h00 – 15h00
(Encerra ao domingo)

Restaurante Tamuje, Mértola

©Restaurante Tamuje

Testemunhos de compradores

"Comprámos um apartamento através da De Brito Properties há vários meses e eles ajudaram-nos sempre com o trabalho, os contratos, os procedimentos (com rapidez e fiabilidade). Tornaram-se a nossa referência em Portugal e ajudam-nos em todas as questões. Felicitamo-nos todos os dias por termos passado por eles para a nossa compra em Lisboa."

Isabelle Sebah

"Comprámos um apartamento há vários meses à De Brito e fomos sempre ajudados com as obras, a eletricidade, as várias etapas. É realmente a agência ideal para uma transação de propriedade a longo prazo!"

Florence Crisanto

"Experiência muito boa. Agência muito profissional e confiável e muito mais porque nos ajuda em todas as etapas, uma grande vantagem, especialmente quando não se fala o idioma. Obrigada a toda a equipa pela disponibilidade e simpatia."

Véronica L.

"O meu marido e eu tivemos uma ótima ajuda para comprar uma casa em Azeitão. A Titti Curtaz foi atenciosa, profissional, simpática e ouviu verdadeiramente as nossas necessidades e preocupações enquanto tentávamos encontrar a casa certa para nós. Ela foi generosa e paciente. O nosso português é muito básico e ela ajudou-nos graciosamente a traduzir a informação entre o vendedor e nós. Recomendo a vivamente e à De Brito Properties"

Christina S.

"Equipa profissional, séria e atenciosa. Serviços muito bons e bons produtos. Acompanhamento ideal!"

Jean Louis D.

"Serviço de qualidade que escuta o cliente. Muito obrigado por nos ajudar com a nossa compra e instalação em Lisboa."

Bernardette Fernandes

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