Baixa - Chiado
Um pouco sobre a história da Baixa - Chiado...
1 – Um pouco sobre a história do bairro do Chiado...
A história do bairro do Chiado, bairro inserido na freguesia de Santa Maria Maior, remete-nos ao séc. XII, altura em que D. Afonso Henriques conquistou Lisboa aos Mouros.
Após a conquista, foi aqui formada a paróquia de Nossa Senhora dos Mártires, construída sobre o cemitério dos Cruzados que o apoiaram.
Sucessivamente, foram aqui nascendo conventos de várias ordens religiosas e palácios de fidalgos, como o Palácio Barão de Quintela - atualmente convertido num espaço dedicado à restauração conhecido por “Palácio Chiado”.
Era também nesta região que se situava uma das entradas principais da Cerca Fernandina, a porta de Santa Catarina, perto do atual Largo do Chiado. Esta cerca, mandada construir por D. Fernando I, no ano de 1373, com o intuito de fortificar a cidade de Lisboa, foi considerada Monumento Nacional em 1910. No Centro Comercial Espaço Chiado é possível ver uma das suas torres, preservada como testemunho deste episódio da história.
Outrora conhecido por Colina de São Francisco, foi a partir do séc. XV que ganhou o nome de Chiado.
1 – Um pouco sobre a história do bairro do Chiado...
A história do bairro do Chiado, bairro inserido na freguesia de Santa Maria Maior, remete-nos ao séc. XII, altura em que D. Afonso Henriques conquistou Lisboa aos Mouros.
Após a conquista, foi aqui formada a paróquia de Nossa Senhora dos Mártires, construída sobre o cemitério dos Cruzados que o apoiaram.
Sucessivamente, foram aqui nascendo conventos de várias ordens religiosas e palácios de fidalgos, como o Palácio Barão de Quintela - atualmente convertido num espaço dedicado à restauração conhecido por “Palácio Chiado”.
Era também nesta região que se situava uma das entradas principais da Cerca Fernandina, a porta de Santa Catarina, perto do atual Largo do Chiado. Esta cerca, mandada construir por D. Fernando I, no ano de 1373, com o intuito de fortificar a cidade de Lisboa, foi considerada Monumento Nacional em 1910. No Centro Comercial Espaço Chiado é possível ver uma das suas torres, preservada como testemunho deste episódio da história.
Outrora conhecido por Colina de São Francisco, foi a partir do séc. XV que ganhou o nome de Chiado.
1 – Um pouco sobre a história do bairro do Chiado...
A história do bairro do Chiado, bairro inserido na freguesia de Santa Maria Maior, remete-nos ao séc. XII, altura em que D. Afonso Henriques conquistou Lisboa aos Mouros.
Após a conquista, foi aqui formada a paróquia de Nossa Senhora dos Mártires, construída sobre o cemitério dos Cruzados que o apoiaram.
Sucessivamente, foram aqui nascendo conventos de várias ordens religiosas e palácios de fidalgos, como o Palácio Barão de Quintela - atualmente convertido num espaço dedicado à restauração conhecido por “Palácio Chiado”.
Era também nesta região que se situava uma das entradas principais da Cerca Fernandina, a porta de Santa Catarina, perto do atual Largo do Chiado. Esta cerca, mandada construir por D. Fernando I, no ano de 1373, com o intuito de fortificar a cidade de Lisboa, foi considerada Monumento Nacional em 1910. No Centro Comercial Espaço Chiado é possível ver uma das suas torres, preservada como testemunho deste episódio da história.
Outrora conhecido por Colina de São Francisco, foi a partir do séc. XV que ganhou o nome de Chiado.
1 – Um pouco sobre a história do bairro do Chiado...
A história do bairro do Chiado, bairro inserido na freguesia de Santa Maria Maior, remete-nos ao séc. XII, altura em que D. Afonso Henriques conquistou Lisboa aos Mouros.
Após a conquista, foi aqui formada a paróquia de Nossa Senhora dos Mártires, construída sobre o cemitério dos Cruzados que o apoiaram.
Sucessivamente, foram aqui nascendo conventos de várias ordens religiosas e palácios de fidalgos, como o Palácio Barão de Quintela - atualmente convertido num espaço dedicado à restauração conhecido por “Palácio Chiado”.
Era também nesta região que se situava uma das entradas principais da Cerca Fernandina, a porta de Santa Catarina, perto do atual Largo do Chiado. Esta cerca, mandada construir por D. Fernando I, no ano de 1373, com o intuito de fortificar a cidade de Lisboa, foi considerada Monumento Nacional em 1910. No Centro Comercial Espaço Chiado é possível ver uma das suas torres, preservada como testemunho deste episódio da história.
Outrora conhecido por Colina de São Francisco, foi a partir do séc. XV que ganhou o nome de Chiado.
Rua de Santa Catarina, uma das antigas entradas de Lisboa © e-Chiado.pt
Embora a origem deste nome permaneça até hoje um mistério, são várias as teorias que o acompanham. Há quem defenda que o nome vem do dono de uma taberna que existia na rua Garret; outros dizem que se deveu a um poeta que frequentava a zona, o poeta António Ribeiro Chiado; e há ainda quem associe o nome “Chiado” ao chiar das carruagens que, ao descer as suas ruas íngremes, chiavam muito – este característico barulho teria batizado o bairro.
Nos séc. XVII e XVIII, começaram aqui a estabelecer-se espaços comerciais e culturais, como confeitarias e livrarias. O bairro começou, assim, a ganhar fama e movimento.
Após o terramoto de 1755, a zona passou pelo plano de reconstrução de Marquês de Pombal e nasceu um Chiado cosmopolita, como hoje o conhecemos.
Ao percorrer as suas estreitas ruas, era comum “esbarrar” em artistas, escritores e pessoas influentes. Em 1988, um incêndio destruiu uma importante parte do Chiado, inclusive os Grandes Armazéns do Chiado. O edifício, reconstruído pelo arquiteto português Álvaro Siza Vieira, alberga hoje um centro comercial e um hotel.
Embora a origem deste nome permaneça até hoje um mistério, são várias as teorias que o acompanham. Há quem defenda que o nome vem do dono de uma taberna que existia na rua Garret; outros dizem que se deveu a um poeta que frequentava a zona, o poeta António Ribeiro Chiado; e há ainda quem associe o nome “Chiado” ao chiar das carruagens que, ao descer as suas ruas íngremes, chiavam muito – este característico barulho teria batizado o bairro.
Nos séc. XVII e XVIII, começaram aqui a estabelecer-se espaços comerciais e culturais, como confeitarias e livrarias. O bairro começou, assim, a ganhar fama e movimento.
Após o terramoto de 1755, a zona passou pelo plano de reconstrução de Marquês de Pombal e nasceu um Chiado cosmopolita, como hoje o conhecemos.
Ao percorrer as suas estreitas ruas, era comum “esbarrar” em artistas, escritores e pessoas influentes. Em 1988, um incêndio destruiu uma importante parte do Chiado, inclusive os Grandes Armazéns do Chiado. O edifício, reconstruído pelo arquiteto português Álvaro Siza Vieira, alberga hoje um centro comercial e um hotel.
Embora a origem deste nome permaneça até hoje um mistério, são várias as teorias que o acompanham. Há quem defenda que o nome vem do dono de uma taberna que existia na rua Garret; outros dizem que se deveu a um poeta que frequentava a zona, o poeta António Ribeiro Chiado; e há ainda quem associe o nome “Chiado” ao chiar das carruagens que, ao descer as suas ruas íngremes, chiavam muito – este característico barulho teria batizado o bairro.
Nos séc. XVII e XVIII, começaram aqui a estabelecer-se espaços comerciais e culturais, como confeitarias e livrarias. O bairro começou, assim, a ganhar fama e movimento.
Após o terramoto de 1755, a zona passou pelo plano de reconstrução de Marquês de Pombal e nasceu um Chiado cosmopolita, como hoje o conhecemos.
Ao percorrer as suas estreitas ruas, era comum “esbarrar” em artistas, escritores e pessoas influentes. Em 1988, um incêndio destruiu uma importante parte do Chiado, inclusive os Grandes Armazéns do Chiado. O edifício, reconstruído pelo arquiteto português Álvaro Siza Vieira, alberga hoje um centro comercial e um hotel.
Embora a origem deste nome permaneça até hoje um mistério, são várias as teorias que o acompanham. Há quem defenda que o nome vem do dono de uma taberna que existia na rua Garret; outros dizem que se deveu a um poeta que frequentava a zona, o poeta António Ribeiro Chiado; e há ainda quem associe o nome “Chiado” ao chiar das carruagens que, ao descer as suas ruas íngremes, chiavam muito – este característico barulho teria batizado o bairro.
Nos séc. XVII e XVIII, começaram aqui a estabelecer-se espaços comerciais e culturais, como confeitarias e livrarias. O bairro começou, assim, a ganhar fama e movimento.
Após o terramoto de 1755, a zona passou pelo plano de reconstrução de Marquês de Pombal e nasceu um Chiado cosmopolita, como hoje o conhecemos.
Ao percorrer as suas estreitas ruas, era comum “esbarrar” em artistas, escritores e pessoas influentes. Em 1988, um incêndio destruiu uma importante parte do Chiado, inclusive os Grandes Armazéns do Chiado. O edifício, reconstruído pelo arquiteto português Álvaro Siza Vieira, alberga hoje um centro comercial e um hotel.
Embora a origem deste nome permaneça até hoje um mistério, são várias as teorias que a acompanham. Há quem defenda que o nome vem do dono de uma taberna que existia na rua Garret; outros dizem que se deveu a um poeta que frequentava a zona, o poeta António Ribeiro Chiado; e há ainda quem associe o nome “Chiado” ao chiar das carruagens que, ao descer as suas ruas íngremes, chiavam muito – este característico barulho teria batizado o bairro.
Nos séc. XVII e XVIII, começaram aqui a estabelecer-se espaços comerciais e culturais, como confeitarias e livrarias. O bairro começou, assim, a ganhar fama e movimento.
Após o terramoto de 1755, a zona passou pelo plano de reconstrução de Marquês de Pombal e nasceu um Chiado cosmopolita, como hoje o conhecemos.
Ao percorrer as suas estreitas ruas, era comum “esbarrar” em artistas, escritores e pessoas influentes. Em 1988, um incêndio destruiu uma importante parte do Chiado, inclusive os Grandes Armazéns do Chiado. O edifício, reconstruído pelo arquiteto português Álvaro Siza Vieira, alberga hoje um centro comercial e um hotel.
Planta da Cidade de Lisboa
Palácio Nacional da Ajuda © Miguel Hugo Carriço
a. Arquitetura no Bairro do Chiado
Apesar dos danos que o bairro sofreu ao longo dos séculos, é ainda possível encontrar edifícios com características arquitetónicas distintas nas suas ruas.
No Largo do Chiado, encontram-se erguidas duas igrejas barrocas; no Largo da Trindade localiza-se um neoclássico teatro e no Largo Rafael Bordalo Pinheiro permanece, com a fachada coberta de azulejos, o prédio onde o artista que dá nome ao largo viveu. No Largo do Carmo, é ainda possível visitar as ruínas do Convento do Carmo, outrora principal igreja gótica da capital e um dos principais testemunhos do terramoto de 1755.
2- A freguesia de Santa Maria Maior em Números
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Santa Maria Maior |
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10 051 |
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7 692 |
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* (População com 65 ou mais anos / População com menos de 15 anos) * 100
** Relatório de Preços Agosto 2025 Idealista
*** Relatório de Preços Agosto 2025 Idealista
Pastelaria “A Tentadora” © Universidade Nova de Lisboa
Parágrafo
Alfama começou assim a perder importância e, apesar de não ter sido afetada
pelo terramoto, foi deixada ao abandono pelo poder central até ao século XX –
sendo identificada como um local perigoso da cidade.
Apesar da sua decadência, no séc. XIX
Alfama viu surgir um estilo musical que é hoje considerado património imaterial
da UNESCO – O Fado! Nascido nas ruas, bares e locais de prostituição de
Alfama, o Fado começa a ser ouvido na corte e ganha outro tipo de destaque.
Com o surgimento da fadista Amália Rodrigues, o fado passa a ser
reconhecido internacionalmente.
Hoje, Alfama é um dos mais conhecidos e visitados bairros da cidade. Aqui
sente-se a vida bairrista, sente-se o fado, sente-se a essência de Lisboa!
Parágrafo
Mosteiro dos Jerónimos © Wikimedia – CC BY-SA 4.0 – Ingo Mehling (Imagem Original)
Igreja de Nossa Senhora da Encarnação © Wikimedia – Maragato1976 (Imagem original)
Teatro da Trindade © Wikimedia – OsvaldoGago (Imagem Original)
Casa do Ferreira das Tabuletas © Wikimedia – Alegna13 (Imagem Original)
Papelaria “A Concorrente” © Universidade Nova de Lisboa
4 – O Mercado Imobiliário da freguesia de São Vicente
Foto: flickr | @abz.rec
3- Porquê escolher morar no bairro do Chiado?
Centro do comércio e da atividade cultural em Lisboa, o bairro do Chiado é um dos mais movimentados e animados da capital portuguesa.
Ao morar neste bairro terá muitos dos melhores restaurantes, lojas, museus e teatros da cidade à porta de casa, como o Teatro Trindade, o Teatro de S. Luiz e o Teatro de São Carlos – único teatro de ópera em Portugal.
O Chiado é também o palco de eventos emblemáticos como o Vogue Fashion’s Night Out, sendo considerado o ponto “da moda” lisboeta.
Com o Bairro Alto (500m), o Cais do Sodré (500m) e o Rossio (600m) como vizinhos, o Chiado beneficia de uma localização icónica.
A nível de transportes públicos o bairro encontra-se bem equipado, com vários autocarros e uma estação de metro: a Estação “Baixa-Chiado”, que conta com ligações às linhas Verde e Azul.
O trânsito no bairro é limitado, preservando a tranquilidade da zona.
3- Porquê escolher morar no bairro do Chiado?
Centro do comércio e da atividade cultural em Lisboa, o bairro do Chiado é um dos mais movimentados e animados da capital portuguesa.
Ao morar neste bairro terá muitos dos melhores restaurantes, lojas, museus e teatros da cidade à porta de casa, como o Teatro Trindade, o Teatro de S. Luiz e o Teatro de São Carlos – único teatro de ópera em Portugal.
O Chiado é também o palco de eventos emblemáticos como o Vogue Fashion’s Night Out, sendo considerado o ponto “da moda” lisboeta.
Com o Bairro Alto (500m), o Cais do Sodré (500m) e o Rossio (600m) como vizinhos, o Chiado beneficia de uma localização icónica.
A nível de transportes públicos o bairro encontra-se bem equipado, com vários autocarros e uma estação de metro: a Estação “Baixa-Chiado”, que conta com ligações às linhas Verde e Azul.
O trânsito no bairro é limitado, preservando a tranquilidade da zona.
3- Porquê escolher morar no bairro do Chiado?
Centro do comércio e da atividade cultural em Lisboa, o bairro do Chiado é um dos mais movimentados e animados da capital portuguesa.
Ao morar neste bairro terá muitos dos melhores restaurantes, lojas, museus e teatros da cidade à porta de casa, como o Teatro Trindade, o Teatro de S. Luiz e o Teatro de São Carlos – único teatro de ópera em Portugal.
O Chiado é também o palco de eventos emblemáticos como o Vogue Fashion’s Night Out, sendo considerado o ponto “da moda” lisboeta.
Com o Bairro Alto (500m), o Cais do Sodré (500m) e o Rossio (600m) como vizinhos, o Chiado beneficia de uma localização icónica.
A nível de transportes públicos o bairro encontra-se bem equipado, com vários autocarros e uma estação de metro: a Estação “Baixa-Chiado”, que conta com ligações às linhas Verde e Azul.
O trânsito no bairro é limitado, preservando a tranquilidade da zona.
@soniabonet
INSERE O SEU TÍTULO AQUI
O que ver e fazer no Chiado?
Com parte da sua construção destruída no terramoto de 1755, hoje o Convento do Carmo alberga nas suas ruínas um Museu Arqueológico. Fundado em 1864, este museu integra peças de valor histórico, arqueológico e artístico que vão desde a Pré-História à época contemporânea. Entre os principais atrativos do museu estão duas múmias oferecidas pelo conde de São Januário. A céu aberto, muitos visitam o local apenas para contemplar a beleza dos seus arcos em estilo gótico, que resistiram ao desastre. Um dos lugares mais impressionantes de Lisboa!
Preço bilhete normal 5€
Horário de funcionamento
Horário de Inverno (novembro a abril): Das10h00 às 18h00 (Encerra ao Domingo)
Horário de Verão (maio a outubro): Das 10h00 às 19h00 (Encerra ao Domingo)
Com parte da sua construção destruída no terramoto de 1755, hoje o Convento do Carmo alberga nas suas ruínas um Museu Arqueológico. Fundado em 1864, este museu integra peças de valor histórico, arqueológico e artístico que vão desde a Pré-História à época contemporânea. Entre os principais atrativos do museu estão duas múmias oferecidas pelo conde de São Januário. A céu aberto, muitos visitam o local apenas para contemplar a beleza dos seus arcos em estilo gótico, que resistiram ao desastre. Um dos lugares mais impressionantes de Lisboa!
Preço bilhete normal 5€
Horário de funcionamento
Horário de Inverno (novembro a abril): Das10h00 às 18h00 (Encerra ao Domingo)
Horário de Verão (maio a outubro): Das 10h00 às 19h00 (Encerra ao Domingo)
Com parte da sua construção destruída no terramoto de 1755, hoje o Convento do Carmo alberga nas suas ruínas um Museu Arqueológico. Fundado em 1864, este museu integra peças de valor histórico, arqueológico e artístico que vão desde a Pré-História à época contemporânea. Entre os principais atrativos do museu estão duas múmias oferecidas pelo conde de São Januário. A céu aberto, muitos visitam o local apenas para contemplar a beleza dos seus arcos em estilo gótico, que resistiram ao desastre. Um dos lugares mais impressionantes de Lisboa!
Preço bilhete normal 5€
Horário de funcionamento
Horário de Inverno (novembro a abril): Das10h00 às 18h00 (Encerra ao Domingo)
Horário de Verão (maio a outubro): Das 10h00 às 19h00 (Encerra ao Domingo)
Com parte da sua construção destruída no terramoto de 1755, hoje o Convento do Carmo alberga nas suas ruínas um Museu Arqueológico. Fundado em 1864, este museu integra peças de valor histórico, arqueológico e artístico que vão desde a Pré-História à época contemporânea. Entre os principais atrativos do museu estão duas múmias oferecidas pelo conde de São Januário. A céu aberto, muitos visitam o local apenas para contemplar a beleza dos seus arcos em estilo gótico, que resistiram ao desastre. Um dos lugares mais impressionantes de Lisboa!
Preço bilhete normal 5€
Horário de funcionamento
Horário de Inverno (novembro a abril): Das10h00 às 18h00 (Encerra ao Domingo)
Horário de Verão (maio a outubro): Das 10h00 às 19h00 (Encerra ao Domingo)
Ruínas do Convento do Carmo
©Câmara Municipal de Lisboa - Jardim da Parada
O Elevador de Santa Justa liga a Rua do Ouro ao Largo do Carmo e é o único elevador vertical da cidade, com cerca de 45m. A sua estrutura neogótica, projetada por um dos discípulos de Gustave Eiffel, faz com que este elevador seja, para além de um serviço de transporte público, um dos monumentos históricos mais famosos da baixa de Lisboa. O Elevador de Santa Justa constitui ainda um dos melhores miradouros da cidade, proporcionando vistas incríveis sobre a baixa, o Castelo de S. Jorge e o Rio Tejo. Quando chegar ao topo, aproveite e tome uma bebida num dos melhores rooftops de Lisboa, o “Topo Chiado”.
Preço bilhete normal 5.30€ (2 viagens)
Horário de funcionamento Elevador
Horário Verão (1 de maio a 31 de outubro): 7h30 – 23h00
Horário Inverno (1 de novembro a 30 abril): 7h30 – 21h00
Horário funcionamento “Topo Chiado”
2ª feira a Sábado: 11h00 – 00h00
Domingo: 11h00 – 22h00
O Elevador de Santa Justa liga a Rua do Ouro ao Largo do Carmo e é o único elevador vertical da cidade, com cerca de 45m. A sua estrutura neogótica, projetada por um dos discípulos de Gustave Eiffel, faz com que este elevador seja, para além de um serviço de transporte público, um dos monumentos históricos mais famosos da baixa de Lisboa. O Elevador de Santa Justa constitui ainda um dos melhores miradouros da cidade, proporcionando vistas incríveis sobre a baixa, o Castelo de S. Jorge e o Rio Tejo. Quando chegar ao topo, aproveite e tome uma bebida num dos melhores rooftops de Lisboa, o “Topo Chiado”.
Preço bilhete normal 5.30€ (2 viagens)
Horário de funcionamento Elevador
Horário Verão (1 de maio a 31 de outubro): 7h30 – 23h00
Horário Inverno (1 de novembro a 30 abril): 7h30 – 21h00
Horário funcionamento “Topo Chiado”
2ª feira a Sábado: 11h00 – 00h00
Domingo: 11h00 – 22h00
O Elevador de Santa Justa liga a Rua do Ouro ao Largo do Carmo e é o único elevador vertical da cidade, com cerca de 45m. A sua estrutura neogótica, projetada por um dos discípulos de Gustave Eiffel, faz com que este elevador seja, para além de um serviço de transporte público, um dos monumentos históricos mais famosos da baixa de Lisboa. O Elevador de Santa Justa constitui ainda um dos melhores miradouros da cidade, proporcionando vistas incríveis sobre a baixa, o Castelo de S. Jorge e o Rio Tejo. Quando chegar ao topo, aproveite e tome uma bebida num dos melhores rooftops de Lisboa, o “Topo Chiado”.
Preço bilhete normal 5.30€ (2 viagens)
Horário de funcionamento Elevador
Horário Verão (1 de maio a 31 de outubro): 7h30 – 23h00
Horário Inverno (1 de novembro a 30 abril): 7h30 – 21h00
Horário funcionamento “Topo Chiado”
2ª feira a Sábado: 11h00 – 00h00
Domingo: 11h00 – 22h00
O Elevador de Santa Justa liga a Rua do Ouro ao Largo do Carmo e é o único elevador vertical da cidade, com cerca de 45m. A sua estrutura neogótica, projetada por um dos discípulos de Gustave Eiffel, faz com que este elevador seja, para além de um serviço de transporte público, um dos monumentos históricos mais famosos da baixa de Lisboa. O Elevador de Santa Justa constitui ainda um dos melhores miradouros da cidade, proporcionando vistas incríveis sobre a baixa, o Castelo de S. Jorge e o Rio Tejo. Quando chegar ao topo, aproveite e tome uma bebida num dos melhores rooftops de Lisboa, o “Topo Chiado”.
Preço bilhete normal 5.30€ (2 viagens)
Horário de funcionamento Elevador
Horário Verão (1 de maio a 31 de outubro): 7h30 – 23h00
Horário Inverno (1 de novembro a 30 abril): 7h30 – 21h00
Horário funcionamento “Topo Chiado”
2ª feira a Sábado: 11h00 – 00h00
Domingo: 11h00 – 22h00
Elevador de Santa Justa
@visitlisboa
Inaugurada em 1732, a livraria Bertrand é a livraria mais antiga do mundo em funcionamento, estando distinguida pelo Guiness World Records desde 2011. Esta livraria situa-se na Rua Garrett e divide-se em 7 salas com temas alusivos a famosos escritores portugueses: Aquilino Ribeiro, José Saramago, Eça de Queiroz, Almada Negreiros, Alexandre Herculano, Sophia de Mello Breyner e Fernando Pessoa. Nesta última, dedicada a Fernando Pessoa, encontra-se um café com petiscos, o Café Bertrand. Este espaço foi aberto no 285º aniversário da livraria e apresenta pratos pensados a partir dos livros de gastronomia que aqui são vendidos, numa viagem que nos leva de Trás-os Montes ao Algarve.
Horário de funcionamento
Das 9h00 às 22h00
Livraria Bertrand
@casafernandopessoa
©livrariabertrandchiado
Fundado em 1793, o Teatro de São Carlos é, desde a sua origem, um teatro dedicado à produção e apresentação de ópera e de música coral e sinfónica. Por aqui passaram grandes figuras nacionais e internacionais da música e hoje é a casa da Orquestra Sinfónica Portuguesa e do Coro do Teatro Nacional de São Carlos - o único coro profissional do país. Neste edifício neoclássico (o primeiro do estilo a ser construído em Lisboa), destaca-se a sala principal, de planta elíptica sumptuosamente decorada com detalhes de rococó. Aqui, realizam-se também outros eventos culturais, como bailados e concertos variados. Confira a agenda de eventos aqui: Teatro Nacional de São Carlos (tnsc.pt)
Fundado em 1793, o Teatro de São Carlos é, desde a sua origem, um teatro dedicado à produção e apresentação de ópera e de música coral e sinfónica. Por aqui passaram grandes figuras nacionais e internacionais da música e hoje é a casa da Orquestra Sinfónica Portuguesa e do Coro do Teatro Nacional de São Carlos - o único coro profissional do país. Neste edifício neoclássico (o primeiro do estilo a ser construído em Lisboa), destaca-se a sala principal, de planta elíptica sumptuosamente decorada com detalhes de rococó. Aqui, realizam-se também outros eventos culturais, como bailados e concertos variados. Confira a agenda de eventos aqui:Teatro Nacional de São Carlos (tnsc.pt)
Fundado em 1793, o Teatro de São Carlos é, desde a sua origem, um teatro dedicado à produção e apresentação de ópera e de música coral e sinfónica. Por aqui passaram grandes figuras nacionais e internacionais da música e hoje é a casa da Orquestra Sinfónica Portuguesa e do Coro do Teatro Nacional de São Carlos - o único coro profissional do país. Neste edifício neoclássico (o primeiro do estilo a ser construído em Lisboa), destaca-se a sala principal, de planta elíptica sumptuosamente decorada com detalhes de rococó. Aqui, realizam-se também outros eventos culturais, como bailados e concertos variados. Confira a agenda de eventos aqui: Teatro Nacional de São Carlos (tnsc.pt)
Teatro de São Carlos
@amoreiras360view
@rodrigosimas
Fundado em 1911, no local do antigo convento de São Francisco da Cidade, o Museu Nacional de Arte Contemporânea, popularmente conhecido por “Museu do Chiado” alberga uma importante parte da história da arte portuguesa. Com obras que vão desde a segunda metade do séc XIX até à atualidade, aqui encontrará pinturas, desenhos e esculturas dos períodos do Romantismo, do Naturalismo, do Surrealismo e do Modernismo português. O museu expõe ainda peças de importantes autores internacionais e acolhe exposições temporárias. Veja aqui a programação: MNAC: Programação (museuartecontemporanea.gov.pt)
Preço bilhete normal 4.5€
Entrada gratuita aos Domingos e Feriados até às 14H para todos os cidadãos residentes em território nacional
Horário de funcionamento
10h00 – 13h00 / 14h00 – 18h00 (Encerra à Segunda-feira)
Fundado em 1911, no local do antigo convento de São Francisco da Cidade, o Museu Nacional de Arte Contemporânea, popularmente conhecido por “Museu do Chiado” alberga uma importante parte da história da arte portuguesa. Com obras que vão desde a segunda metade do séc XIX até à atualidade, aqui encontrará pinturas, desenhos e esculturas dos períodos do Romantismo, do Naturalismo, do Surrealismo e do Modernismo português. O museu expõe ainda peças de importantes autores internacionais e acolhe exposições temporárias. Veja aqui a programação: MNAC: Programação (museuartecontemporanea.gov.pt)
Preço bilhete normal 4.5€
Entrada gratuita aos Domingos e Feriados até às 14H para todos os cidadãos residentes em território nacional
Horário de funcionamento
10h00 – 13h00 / 14h00 – 18h00 (Encerra à Segunda-feira)
Fundado em 1911, no local do antigo convento de São Francisco da Cidade, o Museu Nacional de Arte Contemporânea, popularmente conhecido por “Museu do Chiado” alberga uma importante parte da história da arte portuguesa. Com obras que vão desde a segunda metade do séc XIX até à atualidade, aqui encontrará pinturas, desenhos e esculturas dos períodos do Romantismo, do Naturalismo, do Surrealismo e do Modernismo português. O museu expõe ainda peças de importantes autores internacionais e acolhe exposições temporárias. Veja aqui a programação: MNAC: Programação (museuartecontemporanea.gov.pt)
Preço bilhete normal 4.5€
Entrada gratuita aos Domingos e Feriados até às 14H para todos os cidadãos residentes em território nacional
Horário de funcionamento
10h00 – 13h00 / 14h00 – 18h00 (Encerra à Segunda-feira)
Fundado em 1911, no local do antigo convento de São Francisco da Cidade, o Museu Nacional de Arte Contemporânea, popularmente conhecido por “Museu do Chiado” alberga uma importante parte da história da arte portuguesa. Com obras que vão desde a segunda metade do séc XIX até à atualidade, aqui encontrará pinturas, desenhos e esculturas dos períodos do Romantismo, do Naturalismo, do Surrealismo e do Modernismo português. O museu expõe ainda peças de importantes autores internacionais e acolhe exposições temporárias. Veja aqui a programação: MNAC: Programação (museuartecontemporanea.gov.pt)
Preço bilhete normal 4.5€
Entrada gratuita aos Domingos e Feriados até às 14H para todos os cidadãos residentes em território nacional
Horário de funcionamento
10h00 – 13h00 / 14h00 – 18h00 (Encerra à Segunda-feira)
Fundado em 1911, no local do antigo convento de São Francisco da Cidade, o Museu Nacional de Arte Contemporânea, popularmente conhecido por “Museu do Chiado” alberga uma importante parte da história da arte portuguesa. Com obras que vão desde a segunda metade do séc XIX até à atualidade, aqui encontrará pinturas, desenhos e esculturas dos períodos do Romantismo, do Naturalismo, do Surrealismo e do Modernismo português. O museu expõe ainda peças de importantes autores internacionais e acolhe exposições temporárias. Veja aqui a programação: MNAC: Programação (museuartecontemporanea.gov.pt)
Preço bilhete normal 4.5€
Entrada gratuita aos Domingos e Feriados até às 14H para todos os cidadãos residentes em território nacional
Horário de funcionamento
10h00 – 13h00 / 14h00 – 18h00 (Encerra à Segunda-feira)
MNAC: Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado
@luissm_photography
©visitlisboa
O bairro do Chiado é conhecido por ser um destino de compras em Lisboa. Visite o centro comercial Armazéns do Chiado, que conta com três andares; 55 lojas e 15 restaurantes, ou passeie nas suas charmosas ruas e descubra as lojas centenárias que nelas se escondem. Algumas das mais conhecidas são a Luvaria Ulisses, dedicada exclusivamente à venda de luvas; a Livraria Sá da Costa; a Caza das Vellas Loreto e o Pequeno Jardim, a florista mais pequena de Lisboa. No seu passeio, aproveite e pare na loja Benetton, onde se encontra preservado um dos primeiros elevadores do continente europeu!
Compras no Chiado
@luissm_photography
©Ringo Giacobelis
Onde comer e beber:
Fundado em 1905, vizinho da Livraria Bertrand, o café “A Brasileira” era ponto de encontro de intelectuais e artistas do séc XX, incluindo o famoso escritor português Fernando Pessoa. Em 1988, após a sua morte, foi aqui inaugurada uma estátua de bronze em sua homenagem. Hoje, “A Brasileira” é um dos cafés históricos mais notáveis de Lisboa e a estátua de Fernando Pessoa, em tamanho real, é a mais tocada e fotografada da cidade. Conhecido por servir excelentes cafés oriundos do Brasil, o estabelecimento oferece ainda uma carta com opções inspiradas na tradição gastronómica portuguesa. No seu interior é possível contemplar obras de pintores portugueses.
Preço médio 12€ - 19€
Horário de funcionamento
Das 8h00 à 00h00
Fundado em 1905, vizinho da Livraria Bertrand, o café “A Brasileira” era ponto de encontro de intelectuais e artistas do séc XX, incluindo o famoso escritor português Fernando Pessoa. Em 1988, após a sua morte, foi aqui inaugurada uma estátua de bronze em sua homenagem. Hoje, “A Brasileira” é um dos cafés históricos mais notáveis de Lisboa e a estátua de Fernando Pessoa, em tamanho real, é a mais tocada e fotografada da cidade. Conhecido por servir excelentes cafés oriundos do Brasil, o estabelecimento oferece ainda uma carta com opções inspiradas na tradição gastronómica portuguesa. No seu interior é possível contemplar obras de pintores portugueses.
Preço médio 12€ - 19€
Horário de funcionamento
Das 8h00 à 00h00
Brasileira do Chiado
©Brasileira do Chiado
Inserido num glamoroso palácio do séc. XVIII, este restaurante une história, arte e comida de autor. Com traços cromáticos e alusões mitológicas, ao entrar no palácio somos, instantaneamente, imersos numa grande obra de arte, onde se destacam os afrescos do teto, os vitrais nas escadarias, os mármores e frisos trabalhados, os estuques artísticos e, claro, o grande leão dourado suspenso no teto. Dividido em 3 salas - a Sala Árabe, a Sala das Sabinas e a Sala de Baile –, o Palácio do Chiado leva-nos a viajar “aos quatro cantos de Portugal e aos quatro cantos do mundo”, apresentando sabores que vão desde as origens de Trás-os Montes à cozinha contemporânea. Á entrada, encontra-se ainda um Lounge Bar, ideal para quem pretende beber um copo num ambiente trendy e descontraído. Aqui servem-se apetizers, petiscos, cocktails de assinatura e vinhos portugueses. De Quinta a Sábado, este espaço conta com a presença de um Dj.
Preço médio 20€ - 50€
Horário de funcionamento
De Domingo a 4ª feira: 12h30 – 00h00
De 5ª feira a Sábado: 12h30 – 2h00
Palácio Chiado
©Palácio Chiado
Com criações inspiradas no receituário tradicional português; jugoslavo; francês e italiano, o “Bistro 100 maneiras” convida-o a mergulhar nas viagens, vivências e experiências do chef Ljubomir Stanisic. Situado num edifício histórico, de inspiração Art Déco, este restaurante abriu em 2010 e tem sido um caso de sucesso. Em 2017, arrecadou o nº 1 mundial nos Monocle Restaurant Awards. À entrada fica um bar animado, com música alta, onde são servidos cocktails de assinatura de alguns dos melhores baristas portugueses. Também o bar é premiado: nos anos de 2017 e 2019, ganhou o prémio Coaster para Melhor Bar de Restaurante em Portugal. Aqui “convivem a arte e a gastronomia, a música e a coquetalaria, os mais conservadores e os mais excêntricos”. É o chiado boémio!
Preço médio 60€
Horário de funcionamento
2ª feira, 5ª feira e 6ª feira: 18h30 – 02h00
Sábado e Domingo: 12h00 – 15h00 / 18h30 – 02h00
(Encerra à Terça e Quarta-feira)
Com criações inspiradas no receituário tradicional português; jugoslavo; francês e italiano, o “Bistro 100 maneiras” convida-o a mergulhar nas viagens, vivências e experiências do chef Ljubomir Stanisic. Situado num edifício histórico, de inspiração Art Déco, este restaurante abriu em 2010 e tem sido um caso de sucesso. Em 2017, arrecadou o nº 1 mundial nos Monocle Restaurant Awards. À entrada fica um bar animado, com música alta, onde são servidos cocktails de assinatura de alguns dos melhores baristas portugueses. Também o bar é premiado: nos anos de 2017 e 2019, ganhou o prémio Coaster para Melhor Bar de Restaurante em Portugal. Aqui “convivem a arte e a gastronomia, a música e a coquetalaria, os mais conservadores e os mais excêntricos”. É o chiado boémio!
Preço médio 60€
Horário de funcionamento
2ª feira, 5ª feira e 6ª feira: 18h30 – 02h00
Sábado e Domingo: 12h00 – 15h00 / 18h30 – 02h00
(Encerra à Terça e Quarta-feira)
Bistro 100 maneiras
©Bistro 100 Maneiras
Testemunhos de compradores
"Comprámos um apartamento através da De Brito Properties há vários meses e eles ajudaram-nos sempre com o trabalho, os contratos, os procedimentos (com rapidez e fiabilidade). Tornaram-se a nossa referência em Portugal e ajudam-nos em todas as questões. Felicitamo-nos todos os dias por termos passado por eles para a nossa compra em Lisboa."
Isabelle Sebah
"Comprámos um apartamento há vários meses à De Brito e fomos sempre ajudados com as obras, a eletricidade, as várias etapas. É realmente a agência ideal para uma transação de propriedade a longo prazo!"
Florence Crisanto
"Experiência muito boa. Agência muito profissional e confiável e muito mais porque nos ajuda em todas as etapas, uma grande vantagem, especialmente quando não se fala o idioma. Obrigada a toda a equipa pela disponibilidade e simpatia."
Véronica L.
"O meu marido e eu tivemos uma ótima ajuda para comprar uma casa em Azeitão. A Titti Curtaz foi atenciosa, profissional, simpática e ouviu verdadeiramente as nossas necessidades e preocupações enquanto tentávamos encontrar a casa certa para nós. Ela foi generosa e paciente. O nosso português é muito básico e ela ajudou-nos graciosamente a traduzir a informação entre o vendedor e nós. Recomendo a vivamente e à De Brito Properties"
Christina S.
"Equipa profissional, séria e atenciosa. Serviços muito bons e bons produtos. Acompanhamento ideal!"
Jean Louis D.
"Serviço de qualidade que escuta o cliente. Muito obrigado por nos ajudar com a nossa compra e instalação em Lisboa."
Bernardette Fernandes
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